domingo, 30 de maio de 2010

E eu, que sempre penso frio, sempre com dois dos meus pés no chão, sinto um calor e uma vontade de ver o mar. Sinto vontade de me refrescar de um grande calor do corpo e de esquentar mais ainda o coração. Quero transformar meu coração em brasa, incandescente, até chegar o momento que o calor do coração chega ao corpo, em calafrios. Aí, só haverá calor.